Archive for the ‘Vacaciones’ Category

das férias!

Agosto 16, 2010

É verão! É sim que eu vi. É pois que eu estive sentado num alpendre de um belo e sossegado monte alentejano até às 3 da manhã a beber gins com uns 30 graus de abrigo. E, mais ainda, é verão porque eu vi a praia da Manta Rota (dizer que vi a praia é quase ser mentiroso) carregada de tugas desesperados pelo belo do sol e mar algarvios!

Este verão, pese embora esta merda dos incêndios, podemos dizer que tivemos verão. Calor de dia e noite, mar quente, jantar tarde (para mal dos pecados do Bilhas, The Kid que se rebelou constantemente nas férias), piscina debaixo de uma chuva de verão… enfim… todos os pequenos detalhes estavam lá! Até a bela da gaja que me dá o prazer de ser a minha gaja! Ainda falta um dia de praia em Espinho, um mergulho sem rochas pela frente no mar mais frio do norte e uns copos com os amigos no Anterix, mas com calma que Roma e Pavia também demoraram a ficar concluídas e ainda temos verão pela frente!

No entanto, deixem que vos conte um pouco das vacaciones a modo de aviso para os mais incautos veraneantes de Agosto. Em primeiro lugar nunca mas nunca vão à praia da Manta Rota sem se prepararem psicologicamente. À chegada deparam-se com a bela da enorme manta de retalhos que é a imensidão de guarda-sóis amontoados pelo areal! Um cenário dantesco! Vão para praias mais recolhidas… eu sugeria a praia que frequentei mais vezes, mas não digo qual é senão para o ano está lá toda a gente. Vocês sabem como é… um gajo como eu tem que ter mais cuidado do que o CR7 ou 9 ou o catano dos números todos e o camandro! Depois preparem-se para a seca que é jantar fora no Algarve. Um verdadeiro hino à incompetência e disparate e um verdadeiro teste à paciência do turista! Se quiserem mesmo testar os vossos limites deixem-se dessas mariquices de saltar de penhascos com pára-quedas, de fazer asa-delta ou de escalar os Himalaias. Radical mesmo é ir ao Monteiro na praia de Cabanas e aguentar duas horas pelo prato principal e uma hora para a sopa do puto chegar à mesa e ter de levar com uma empregada com uma voz que não lembra o Nuno Guerreiro! Um outro desporto destes é experimentar um restaurante simpático ali para os lados de Alagoa. São quase duas horas para servir o belo do bife com cogumelos! É um desporto bastante mais perigoso do que o anterior, porque os efeitos são sentidos apenas umas 24 horas depois e têm especial incidência na tripalhada! Em todo o caso o empregado deste belo exemplo de serviço de hotelaria ainda vos quer convencer que a coisa é difícil de ser explicada a quem está de fora… está bem, está!

De resto deixem que vos diga que o Algarve está mais soft que há uns anos. Não apanhei trânsito a regressar (vim pela estrada que vai para Beja), não estive em Albufeira ou Vilamoura, não vi nenhuma figura pública completamente bronzeada e cheia de pinta, enfim… fraquinho fraquinho!

Tive que ir ao Alentejo para ter alguma animação! Afinal foi lá que o Bilhas, The Kid se tornou num intrépido mergulhador de “pitina” e nos pregou o susto das nossas vidas com um mergulho cheio de estilo. Passada a carga de adrenalina e o segundo que levou a tirá-lo da água pensei com os meus botões “nunca mais passo férias no Algarve… aquilo é para fraquinhos e o meu filho nunca mais me perdoaria se eu fosse para sítios daqueles!”

Só para memória futura deixem que vos diga que nada como um mergulho daqueles para perder o medo da água! Em menos de meia-hora pedia outra vez “pitina” e desta vez a arriscar mergulhos de cabeça! 🙂

Das férias

Agosto 18, 2009

Não há como ser filho. A sério. Não é por causa daquelas merdas da responsabilidade e dificuldade que é ser pai e cagonices do género. É apenas porque ser pai nos dias que antecedem a saída para férias é uma lufa-lufa do catano. Não esquecer as chupetas, 236823 fraldas, roupa, medicamentos, termómetro, carrinho, biberões, desinfectante, creme para a praia, protector solar, brinquedos, tapa-vento, guarda-sol, etc e sei lá mais quantas coisas que não nos podemos esquecer se queremos o lugar no olimpo dos pais hiper cuidadosos. Tudo isto com o puto entretido com alguma coisa… tipo as velas que insistem em decorar o chão da mansão Bilhas!

Tendo tudo organizado deparamo-nos com outra tarefa complicada. Meter aquilo tudo no BilhasTT e depois no carro que os Sogros Bilhas emprestaram para as férias. É do caraças, mas coube tudinho!

E a caminho do Algarve cá vamos nós! Ou melhor lá fomos nós que a coisa já foi há algum tempo.

Fomos ter com uns amigos que fizeram esse grande favor de nos arranjar o contacto de uma casa baratinha e simpática que apenas pecou pelo mau cheiro inicial… nada que duas janelas abertas umas horas não conseguissem resolver. Ficamos em Aljezur… essa bela localidade e seu castelo altaneiro (muito altaneiro) que tem uns arruamentos lindíssimos e um encanto especial. Eu gostei muito do local. Se juntarmos esse factor à presença de bons amigos e a dias muito bem passados com eles, temos umas senhoras férias. Mas se um dos amigos souber fazer uma feijoada de lulas à maneira, temos umas férias divinais. Descanso, praia, tempo de qualidade com a família e amigos e pimba no meco… receita certa para a semana algarvia.

Só poderia ser melhor se ainda tivéssemos a oportunidade de rever um amigo de longa data e sua “esponja” e, finalmente, conhecer um dos famosos catraios da blogosfera. Foi excelente estar com vocês e conhecer o sobrinho. Ainda que o puto insistisse em roubar os brinquedos ao Bilhas. The Kid. E assim foi.

Sobre o Algarve em que estivemos deixem que vos diga uma coisa: água quentinha no Algarve é apenas a da costa sul… a costa vicentina é bastante parecida com a costa norte do país, mas com mais escarpas, ok? Conversados!

Volto mais tarde com um episódio especial das vacaciones!

Eu podia ter escrito isto

Julho 31, 2009

Mas a minha amiga Rititi tirou-me esse trabalho e fico-me apenas pelo link. Se precisares de ajuda a malta pode revezar-se na vigilância ao consumo da areia! 🙂

Aldeia da Falésia, 13 de Junho de 2009…

Junho 13, 2009

São 11 e meia da noite. A Mrs. Bilhas lê um livro de contos de Doris Lessing, eu navego na net para actualizar as notícias e escrevo este post sentados no alpendre da vacation mansion da família Bilhas. Deixem que vos conte que fiquei agora a saber que Portugal tem mais umas cidades e vilas e que caiu um helicoptero na serra da Estrela. Estar de férias é mesmo isso… esquecer dos jornais, do telemóvel, do computador (este momento agora não é relevante nos dias de férias), do monte de coisas que estão por fazer no escritório, do artigo sobre entrega de bilhas que tenho de entregar até ao próximo mês, dos problemas usuais e centrar as atenções no Bilhas, The Kid e na maravilhosa gaja que se encontra sentada à minha frente. Depois de amanhã é mais do mesmo por isso há que aproveitar.

No entanto sabemos que o mundo não pára e à expectativa de uma excelente notícia para a nação ou mundo, sai-nos a insultuosa transferência do Ronaldo para o Real, a chateação do Braga com o Jesus, as mil e uma noites do sexo conjugal e a passagem da Senhora da Hora (eu pensava que aquilo era apenas uma estação do metro do Porto) à categoria de cidade. O Sócrates deve andar a ressacar da derrota eleitoral… já vi e revi as notícias e nada de primeiro-ministro!

Boa noite que agora vamos ver o Californication… inté!

O início de tudo

Março 24, 2009

É sabido, quer dizer, eu sei que a humanidade nasceu em África. Os primeiros hominídeos deram os seus primeiros passos em África e daí partiram para todos os cantos da terra. Vai daí todos nós temos um pouco de África no nosso código genético. Só assim se compreende a forte ligação de várias pessoas que conheço a um continente em que a maior parte dos países são de uma pobreza extrema. Eu tive a oportunidade de conhecer dois países africanos: África do Sul (a jóia da coroa africana, money speaking of course) e Moçambique. Duas visões diferentes de África. Uma mais rica que outra, e a segunda mais rica do que a anterior em outros aspectos.

Reparem que eu disse que conheci dois países, mas realmente o que eu conheci foram duas cidades: Johanesburgo e Maputo (vá três… se considerarmos que um dia chega para conhecer Pretoria), um parque natural (o mais antigo de África), o Kruger National Park e Sun City (o mais afamado resort sul-africano). Para conhecer um país como a África do Sul e Moçambique eram precisos bem mais do que 15 dias. Um mês seria insuficiente e seis meses seriam demais para um rapaz como eu. Ficaram por conhecer Durban, Cape Town, a Beira, o Bilene, etc. já para não falar de uma visita à Suazilândia ou ao Botswana que tornariam a viagem muito mais interessante. Mas o tempo, esse malvado, não o permitiu. E nós podemos pouco contra o tempo (pelo menos por enquanto, não é?).

Mas comecemos pelo início. Fomos para Johanesburgo em viagem familiar. Eu, a Mrs. Bilhas, o Bilhas, The Kid e os avós do catraio chegamos ao Tambo International Airport depois de uma porrada de horas dentro de um avião (para as quais havia uma ameaça de uma otite do Bilhas, The Kid, que deu em nada porque o catraio portou-se melhor que muito adulto que por lá andava) e fomos recepcionados pelo fantástico tio Manim (mais tarde explico o que é manim, ok?), Armando para os amigos, o nosso guia em grande parte das aventuras africanas. Meia hora depois estávamos em casa dele na companhia da Xau, da Natália, da Daniela e da Cláudia. As primas e tia sul-africanas que faziam o favor de nos dar guarida em alguns dias da aventura.

Pequena reunião familiar ao jantar, planos traçados para os dias seguintes e uma noite de sono retemperadora q.b. (África não nos deixa dormir muito) faziam a ansiedade crescer. As histórias sobre o país contadas por quem lá está ou lá viveu eram o mote para uns dias cheios.

Logo na manhã seguinte (e quando digo manhã, meus caros, falo na manhã, mais manhã que alguma vez vi) o plano era seguir até Nelspruit, passando por Witbank e Middelburg, e depois fazer um desvio para White River onde ficava o fantástico local que nos acolheria por duas noites de visita ao Kruger Park. Esse local chama-se Kruger Park Lodge. Não é dentro do Kruger, mas se algum dia forem para esses lados, aconselho vivamente. É um resort muito bom. Neste dia foi viagem, comes, bebes, diversão e mais diversão e um churrasco nocturno regado a boa vinhaça!

Na manhã seguinte, ainda os animais estavam todos a dormir, saímos em direcção ao Paul Krugers Gate. Porta de entrada e controlo para os visitantes desta importante reserva sul-africana. Confesso-vos que estava completamente entusiasmado. Até comprei máquina fotográfica nova e tudo para esta aventura. Sentia-me o maior dos realizadores de documentários sobre a vida animal, até ao momento em que vi um artista num jipe carregado com dezenas de material fotográfico e de filmagem, que faziam a minha bela máquina parecer uma daquelas máquinas descartáveis que se compram na loja de recuerdos.

A volta pelo Kruger foi excelente. O veículo não era um Land Rover preparado para safari, mas não nos deixava ficar mal. Era uma combi alta e espaçosa cujo nome era Caravelle. Apropriado para uma aventura, não acham? Dos Big Five vimos 3: bufalo, elefante e rinoceronte. Ficaram por aparecer os leões e o leopardo, embora a Mrs. Bilhas esteja convencida que viu os primeiros. Vejam lá um ou dois exemplos da fauna:

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A família escondida na árvore.

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O rei do Kruger.

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O passaroco da tosta mista.

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Um passaroco que não conhecia.

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Um desavergonhado.

Claro está que vimos mais animais, mas não colocar aqui as fotos deles todos, não é? Até porque o senhor wordpress ainda se zangava com a minha capacidade de espaço no estminé. Só queria deixar um reparo ao Senhor Kruger Park: façam o favor de acordar os leões a tempo e cortar o capim, carago! Um gajo vai a África e não vê leões? Não pode! Para a próxima levo comigo o Lucílio Baptista… acho que o gajo vê mais do que todos nós juntos!

Passados os dias no Kruger era chega a hora de partir para Moçambique. Uma viagem magnífica com vistas deslumbrantes. Na fronteira tivemos um embate que me marcará para o resto da minha vida. Nós já estamos habituados a entrar em Espanha como quem vai à esquina tomar café, mas para entrar em Moçambique precisamos de ter um visto. Vai daí foi preciso parar o carro, preencher papelada, mostrar passaportes, comprar um seguro para o carro e pagar a um tipo paraagilizar o processo e levar a papelada lá dentro e evitar estar na fila com o Bilhas, The Kid ao colo (bem sei que é triste dizer isto, mas quem tem dinheiro tem a vida muito facilitada em África). O resto da viagem foi nocturna, por isso não deu para apreciar a vista. 

Eram quase 9 da noite quando chegamos a Maputo. Uma das coisas que impressiona à chegada é a quantidade de lixo que a cidade tem. Se juntarmos isso à degradação das ruas, prédios, casas, etc. a primeira impressão que ficamos de Maputo não é das melhores. No entanto, o acolhimento em casa de família da cunhada fez logo com que as impressões iniciais se fossem esbantendo. África é as pessoas que lá vivem e essas são de uma simpatia e entrega fantástica. Sempre com um sorriso estampado, com olhar vivo e feliz, mesmo não tendo as condições a que nós estamos habituados a ver como comuns na Europa. Sobre Moçambique, ou melhor, Maputo quero deixar-vos estas pequenas fotos:

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O machimbombo.

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Uma vista da maginal.

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E os tais sorrisos de que falava.

Foram três dias cheios. Com direito a vista a todos os sítios de onde os sogros tinham recordações (a Matola, a Catedral, a Estação de Comboios, o Ximpamanine, o Polana, a Cristal, etc.) e a outros que entretanto se foram desenvolvendo ao longo dos últimos trinta anos como o Polana-Caniço (este vai dar direito a post exclusivo). Com almoços fantásticos na Costa do Sol e no Clube Marítimo (o camarão de lá, senhores… o camarão, carago! Que maravilha!). Com direito a banho nas águas poluídas da baía onde só os parolos dos portugueses (nós) tomavam banho, acompanhados de uma água de côco, debaixo de um céu carregado, mas com água mais quente do que a que temos em casa. Três dias em que experimentamos, pelas mãos das irmãs da Mariazinha (a cunhada), pratos moçambicanos óptimos como a mucapata e as apas (acho que se escreve assim). Três dias que foram curtos, mas óptimos como experiência de vida.

Depois tivemos o retorno à África do Sul, a Johanesburgo, e a uma África diferente, mas na mesma interessante e repleta de sítios excelentes para visitar. Mas isso ficará para o próximo post. Para já ficamos aqui… espero conseguir abrir-vos o apetite para os próximos posts sobre a aventura africana.

Em modo Férias

Março 3, 2009

Vou de férias. Este blog estará (ainda mais) em auto-gestão a partir do segundo em que o presente post se apresentar aos vossos olhos e só voltará ao activo lá para o dia 20 ou 21 do corrente.

Vou dar um passeio à terra da Mrs. Bilhas (África do Sul) e à antiga colónia portuguesa e país fascinante que deve ser Moçambique. Vai daí estarei mais do que ocupado a fotografar leões no Kruger Park e a mergulhar no Índico e, portanto, sem a possibilidade de perder alguns minutos para ir contando as aventuras da família Bilhas. Prometo que na volta faço um relato completo, ok?

Em todo o caso fiquem com esta homenagem feita pela Marinha Portuguesa a um dos seus mais famosos marinheiros, a Espuma.

PS: obrigado Pedro pelo alerta.

FUI! 🙂

Chiuuuuu…

Agosto 28, 2008

Não digam a ninguém que eu passei por aqui, ok? Ainda estamos de férias na Bilhalândia, a curtir as mais recentes formas de expressão oral do Bilhas, The Kid e uns sorrisos de orelha a orelha que o gajo faz sempre que eu faço figura de parvo mesmo à sua frente. Nunca fiz figurinha de parvo tanta vez seguida (pelo menos com a consciência disso), mas confesso que estou a adorar… é que o riso do puto é um espanto!

E a vocês? Tudo bem?

Até mais logo!

O meu reino por…

Julho 1, 2008

Ou por um europamilhões do grandes! Estamos oficialmente sem pachorra nenhuma para quase porra nenhuma!

Paris…

Dezembro 18, 2007

Para começo de conversa, deixem que vos diga uma pequena coisa… eu sou o mais citadino que se pode encontrar. Faz-me falta a animação da cidade, mesmo que seja de uma pequena cidade como é Espinho, onde eu nasci e cresci, por isso sou suspeito ao dizer que Paris é simplesmente maravilhosa. Não pela sua luz, ou pelos monumentos, pelas(os) parisienses ou por um outro pormenor qualquer. Paris é fantástica pelo conjunto de todas estas e ainda mais algumas coisas.

Coisas como o Museu de Orsay e do Louvre…

Orsay louvre

ou como o primeiro relance de olhar para a Torre Eiffel…

eiffel

Coisas como o primeiro contacto, olhos nos olhos, com a Gioconda e as Portas do Inferno… sim… estive mesmo às portas dele (pelo menos do estudo realizado para as portas).

gioconda Portas

Coisas como a fabulosa roda gigante em frente ao Louvre e as vistas fantásticas que temos lá em cima (caso consigam deixar de tremer com os poucos graus que se faziam sentir…)

roda

A vista da parte de baixo da Torre Eiffel e a magnitude desta torre…

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O hotel simpático onde ficamos alojados… (querias seu grande Bardina)

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Os snacks parisienses completamente triunfantes… (Coiote… está leva dedicatória para ti, pá!)

snacks

Uma livraria fantástica…

shakespeare

As vistas do Sena à noite (parece que estamos dentro de um filme, caragos!)

sena

A Madeleine (não a que todos procuram… apenas o edifício parisiense)…

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Enfim… montes de coisas absolutamente imperdíveis. Pergunto-me porque raio demorei eu tantos anos para ir conhecer Paris. Agora terei que ir algumas mais… para compensar! No entanto, não teria sido o mesmo senão vos tivesse lá comigo. My love, cunhadinha do coração e Coiote… merci. Vous êtes fantastique.

povo

Se bem que só um santo como eu, para vos aturar, não é? 😉

eu

PS: claro está que todas as fotos são tiradas pela rapaziada, não é?

Désolée*

Dezembro 17, 2007

Je suis trés désolée, carago! Não vou poder ainda contar-vos as minhas aventuras (minhas, da Mrs. Bilhas, da cunhada Bilhas e do Coiote) em Paris, França! É uma chatice… bem sei, porque entre as compras na Vuitton, na Prada, na Channel e outras lojitas engraçadas que os moços têm por lá, ainda vos gostava de falar de alguns sítios engraçaditos!

No entanto, tenho de ir para Sesimbra comer uma douradinha grelhada! 😦 Désolée, trés désolée, caragos!

*Depois falamos sobre esta expressão, ok!?

Check list

Dezembro 13, 2007

Ora deixa cá ver… portantos…

“Necessaire” completamente equipado (com perfume, porque diz que é hábito por lá), dentes e mãos lavadinhos, mala pronta (apenas com o essencial, porque é pequenina e não vale a pena levar montes de merdas para três míseros dias), telefonema de última hora feito, casa arrumadinha e encerrada com trancas e alarme (aviso desde já que está ligado a uma central destes seguranças que agora andam a limpar o sebo a outros com metralhadoras proibidíssimas por lei), ipod carregadinho com os últimos sucessos do Toy e do Mikael Carreira, dinheiro (aí uns 20€ no bolso), deixa cá ver o que falta… nestas alturas falta sempre qualquer coisa, carago… e nunca consigo lembrar-me o quê!! Raios partam isto… é sempre o mesmo, pá… que raio me faltará?

Já sei, já sei… esquecia-me de afincadamente vos lembrar que vou para Paris, pá! YEAAAHHHHHH!!!!

Vá… não chora, vá! Não vale a pena! Só vou por uns míseros três dias às compras de natal, ok? Segunda já me têm de volta!

PS: Coiote… vê lá se te despachas que ainda perdemos o voo, ok?

Paris, me aguarda… só mais três dias!

Dezembro 10, 2007

Refiro-me a esta…

paris

Imagem: daqui.

e não a esta, ok!?

parishilton

Imagem: daqui.

Esclarecimentos sobre Os Anxeles ou Los Angeles

Novembro 26, 2007

Ahhh… pensasteis que andava nos States? Nada disso… Los Angeles em Espanha, melhor dizendo, na Galiza… e correctamente designados por Os Anxeles, situados ali muito perto da católica e alcoólica Santiago de Compostela.

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A bem dizer estive a banhos e descanso… e aproveitei para comer que nem um alarve e por isso estamos de dieta (para evitar alguns comentários, ok!?) Em todo o caso, se precisarem de descanso e banhos, fica em baixo o mapinha… just in case, ok?

Los Angeles…

Novembro 24, 2007

Peço desculpa aos meus leitores e leitoras pela prolongada ausência de posts, mas é por uma boa causa… estou a banhos em Los Angeles! Sim… coisa fina, pensam vocês… este Bilhas é um gajo do camandro, não pode ter uns dias de vacaciones e vai de ir para Los Angeles para o descanso do valente corpinho que nosso Senhor lhe deu.

Nada de invejas, ok!? Eu amanhã ou depois… coloco aqui umas fotografias do sítio… 😛

O que fazer com o rendimento

Outubro 18, 2007

Para perceber este mail é melhor ir ali abaixo e ler o post imediatamente anterior a este.

Já está?

Vá lá que eu espero!

Ok… posso então? Muito bem!

Depois de obter um rendimento parecido com o que o Cristiano ganhou com o anúncio ao BES o melhor é colocar o dinheirinho a circular (parado não rende, não é?).

Assim sendo dirija-se à agência de viagens mais perto da sua localização e compre uma bela de uma viagem para as caraíbas, Brasil, Miami, Malásia, Argentina, ou algo do género… sempre circula o dinheiro que paga pela viagem (do seu bolso para o da agência, hotel e companhia aérea) e sempre aproveita para levar uns euritos para circular no estrangeiro.

Eu e a Mrs. Bilhas vamos já, já, tratar de pôr a render e circular o dinheiro todo (que é uma fortuna incalculável) que demoramos quase duas vidas para economizar (não os segundos que uns e outros passam nos colchões). É sair da frente que a malta está quase, quase, mas mesmo quase de malas aviadas.