Archive for the ‘Gajo que é gajo’ Category

Fashion blogger e o camandro

Julho 18, 2012

Não se preocupem muito com a sanidade deste vosso amigo, ela está exactamente como sempre esteve, ou seja, não há!

Vai daí não estranharão o conteúdo deste post. Mas vamos a ele, antes que me arrependa tendo na mente que o meu filho um dia irá ler este meu estaminé!

Todos vocês, mesmo os mais enrustidos e com manias de macho latino, já se imaginaram a receber uma bela de uma massagem (não as que se anunciam no JN), a tratar do pedincho, a fazer a bela da manicure, a tirar o sacana do pelo das costas ou das orelhas, certo? Alguns até já se imaginaram a fazer isso tudo de uma vez só e ainda lhe juntavam um corte do pelo do nariz e uma aparadela às sobrancelhas, não é? Pois eu sei que sim…

Agora meus caros e caras já têm onde o fazer com a qualidade com que a família Bilhas vos tem vindo a habituar ao longo dos muitos séculos de história da nação (sim… Nós já lá estávamos quando a nação nasceu, a tratar do conforto de sua alteza real el-Rei D. Afonso Henriques). Agora podem tratar da vossa condição de metrosexualidade (para os gajos) e da vossa beleza exterior (essa coisa fútil que faz o machame armar ao pingarelho) no belo e fabuloso espaço Corpos Douro que a minha, não menos fabulosa cunhada e o sacana do marido dela (e enorme amigo), resolveram abrir em Vila Nova de Gaia!

Se por acaso forem lá e disserem que tomaram conhecimento do Corpos Douro através daqui do bilhas, são capazes de ganhar um enorme sorriso da minha cunhada e ganham de certeza um cantinho numa próxima oração que eu faça a Deus nosso senhor (não prometo que seja em breve, porque eu e ele andamos ocupados, mas pronto, ficará registado!).

E pronto… Digam lá que este post não me qualifica como um fashion blogger do camandro? Toma!

Então o que estão à espera? Todos à Corpos Douro, pá! (quer dizer esperem até amanhã de manhã que a esta hora (23:30) a rapaziada está em casa a descansar, ok!? No link encontram toda a informação necessária para chegar ao local e contactos!

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Quero e mais nada!

Maio 12, 2011

Agora que o Bilhas, the Kid está a ficar grande e a curtir coisas mais complexas do que os irritantes e muito educativos brinquedos da Chicco, estou a alimentar a esperança de um dia, quando o FMI disser que a malta já se pode endividar de novo, comprar uma casa com uma divisão enorme apenas para construir algo parecido com os seguintes vídeos, mas maior!

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Da grandeza do Homem

Outubro 14, 2010

Se alguém poderia ter uma dúvida sobre o que o Homem consegue quando lhe apresentam um desafio complexo, a salvação dos mineiros do Chile podia ser um momento esclarecedor. Bienvenidos los 33!

Ainda a face oculta (o que eu gosto destes nomes)

Novembro 4, 2009

Apenas hoje tive tempo para ler a crónica do Ricardo Costa no Expresso sobre a Face Oculta (teimo em escrever oculpa). Sinceramente acho que está lá o alerta que todos precisam de ler. E quando digo todos não me refiro aos leitores do Expresso, mas sim aos políticos em geral, aos empresários, aos responsáveis pela justiça e, também, aos jornalistas.

É claro, conciso e diz o que precisa ser dito: “Só se pede que a Justiça seja rápida. O país não aguenta outra ‘operação Furacão’.”

“Como expilico”

Setembro 10, 2009

Blog Stats ‹ Bilhas, o Bom da Fita — WordPress.png

Um gajo ter a noção que é bom a trocar headers do wordpress, compreende-se! Que outro gajo procure pela J Lo, compreende-se também! Que haja gajos que procurem imagens de meias de raquetes, embora inusitado, é coisa para se compreender à mesma! Que outro gajo procure bom ar, para além de recomendável, é compreensível! Que o gajo que procure a coisa maior do mundo possa arranjar sarrilhos dos sérios é também coisa para o comum dos mortais compreender.

O que já não é muito compreensível é que haja gajo ou gaja que não saiba o que é gajos, carago!

Gajo é homem. Se quiser é mais do que isso… gajo é a designação menos panisgas para se falar sobre um grande amigo. Imagine-se que o amigo anda a comer uma boazona, a malta diz: “Filho da puta do gajo! Tem uma sorte!”

Tinoni tinoni…

Julho 28, 2009

Raros são os dias em que podemos cumprir um sonho de catraio. Ir à lua, por exemplo, é um sonho de catraio que muito dificilmente poderei cumprir. No entanto, há outros sonhos de catraio que são mais exequíveis. Ontem cumpri um deles… ou melhor… cumpri mais ou menos um deles: o de ser bombeiro.

Passo a explicar. Eu morei durante trinta anos ao lado de uma corporação de bombeiros, lá na Espinho natal. A essa corporação devo a capacidade de dormir ferrado independentemente do barulho que está à minha volta, porque, no tempo em que não havia telemóveis para chamar o bombeiral, a sirene dos bombeiros tocava alto e bom som para os chamar a km de distância. Eu ficava impávido e sereno a dormir, mesmo que o bombeiral demorasse horas a responder ao apelo. Devo também um sonho de catraio: o de ser bombeiro e conduzir uma ambulância ou uma Magirus.

Ontem, quando cheguei a casa do trabalho, a Mrs. Bilhas brincava com o catraio na sala e eu reparei que estava um bocado de fumo na cozinha. Nada de muito exagerado, mas era fumo e cheirava a fumo. Fui à casa de banho e certifiquei-me que não era eu que estava a pensar muito sem reparar. Não saía fumo da minha cabeça. Voltei à cozinha e espreitei para o forno. Tudo traquilo, estava desligado. Olhei para o micro-ondas e voilá fumo e algo dentro a arder… com direito a chamas e tudo. Chamo a Mrs. Bilhas… era o bacalhau da janta que estava a descongelar. E agora o que faço? Pensei eu baixinho. Já sei (muitos episódios daquela série do bombeiral de Nova iorque)! Desligo o micro-ondas da corrente, tiro tudo o que está em cima e à volta, não abro a porta (que o oxigénio ainda potenciava o fogo… sou um gajo com conhecimentos ou não?) e levo o dito para o quintal. Abro portas da cozinha e sala para ventilar a maison e tirar o fumo, levo toda a gente para fora de casa para não haver intoxicação e, finalmente, abro a porta do micro-ondas!

O cenário lá dentro era dantesco. Tudo preto e com fuligem. Diz-me a Mrs. Bilhas que é normal levar o bacalhau com o plástico ao micro-ondas, mas que a coisa devia ter um metal qualquer que ela não reparou (estás a precisar de férias) e vai daí ardeu. Quando apaguei aquele imenso fogo com um pequeno sopro, lembrei-me… “eh pá! Já podes dizer que apagaste um incêndio em casa!” e logo de seguida olhei em volta à espera da condecoração do Cavaco e do discurso emocionado de um gajo importante sobre as minhas capacidades para a extinção de fogareiros e velas de aniversário.

Resultado final: o bacalhau ainda se comeu, a cozinha ficou com um bocadinho de fuligem, mas nada que uma passagem com um pano no balção não ressolvesse e fiquei com uma história para contar aos netos sempre que a Mrs. Bilhas lhes queira mostrar as fotografias do avô nos anos 80!

Grande és tu!

Julho 6, 2009

Nem sequer vou falar nas qualidades do Ronaldo ou sequer da loucura que se estão a tornar estas apresentações e contratações milionárias do Real Madrid. É ponto assente que o puto joga à bola como poucos, que merece jogar com os melhores e ver o seu trabalho recompensado (e muito bem, diga-se de passagem).

Vou falar apenas da presença nesta apresentação de uma lenda do Futebol Mundial que ainda fica emocionada por receber o prémio da Associação de Antigos Jogadores do Real. Que fica emocionado por os seus pares continuadamente o elogiarem publicamente. Que é lembrado pelo Real Madrid para esta apresentação sem nunca ter sido seu jogador ou jogador do clube que formou (e muito bem) o CR7. Que é lembrado por ser ainda a maior lenda viva do nosso futebol.

Grande Eusébio!

Para o Coiote :)

Julho 3, 2009

Aqui vai com dedicatória especial, meu caro amigo!

Homenagem

Maio 22, 2009

Invejo cada vez mais a capacidade do Miguel Esteves Cardoso. O editorial do Público de hoje em homenagem a João Bernard da Costa é brilhante. Ao nível do homenageado.

The salvation drill

Maio 20, 2009

Quais Bruce Willis em plena acção no dorso de um cometa que ameaçava colidir com a terra e mandar-nos todos para o galheiro, quais carapuça! O verdadeiro herói de hoje, segundo o JN, é um médico australiano que depois de diagnosticar uma fractura craniana e consequente coágulo a um miúdo, vendo-se a braços com a falta de meios cirúrgicos (pelos vistos o mal não é só português), socorre-se da maravilhosa imaginação e com um berbequim e broca (devidamente esterlizada) da manutenção hospitalar salva o miúdo, aliviando-lhe a pressão causada pelo coágulo no cérebro.

Na notícia não menciona, mas algo me diz que um destes dias se descobre que este médico é filho de imigrantes portugueses e está embuído do velhinho gene do desenrasca lusitano!

É um dia triste…

Maio 4, 2009

Para todos os que, como eu, se habituaram a ouvir a voz grave de Vasco Granja em antecipação a mais uma série de desenhos animados que costumava apresentar no seu “Cinema de Animação”. Mesmo quando se tratava de uns desenhos da República Checa que não me diziam nada de nada. O pouco que sei sobre cinema de animação aprendi naqueles dias.

Partiu na madrugada de hoje mais uma figura da minha infância/juventude.

A telha… a pu…a da telha, senhores!

Abril 15, 2009

Há dias, já o disse aqui há tempos, que um gajo à tarde não pode sair de casa à noite! No gajame, como diria a minha amiga Rititi, a causa é conhecida e por demais escalpelizada, chama-se TPM. No machame a coisa é mais complicada. Nós não temos, graças a anos e anos de evolução humana, o chamado período. A malta não tem uma razão fisiológica para ficar com a pu…a da telha, no entanto ficamos. A que se deve este importante e menosprezado facto, perguntam os meus caros leitores com cara de Sherlock com um “je ne sais quoi” de Einstein pregado na testa. Até parece que os estou a ouvir em uníssono. E eu respondo.

Não faço a mínima ideia. É uma coisa que me atormenta a alma, mas não consigo perceber o que car…lho nos faz ficar com a telha. Há uns tempos pensava que seria o tempo (o da meteorologia) mas devo confessar que já tive dias de esplêndida boa disposição com chuva, trovoada, neve, raios e coriscos e até com granizo. O outro tempo (o dos relógios) também não é razão para a telha. Se fosse todos os dias a malta ficava com um pouco mais de telha e isso não é, definitivamente, o caso. Aqui até cabia uma daquelas frases lamechas e muito usadas no msn do género: “a vida só é aproveitada por quem vive” ou alguma merda assim semelhante. Porque, embora lamechas, é verdade. Ficar com a telha por causa do passar dos dias, não é de gajo que é gajo e pronto!

Também me interroguei sobre o trabalho e os seus efeitos nefastos para a boa disposição. Mas acabei por chegar à mesma conclusão das anteriores hipóteses. Só seria causa da telha se não gostasse do que faço. Como gosto, não é motivo para a dita. Perguntei então ao âmago do meu ser (demorei horas para o encontrar) se seria uma coisa mais importante como a família e a gaja mais gaja do mundo. Resposta do âmago do meu ser com todas as letras: “tás parvo ou quê?! Então era a gaja mais gaja do universo que te ia por com a telha? Era o puto mais radiante e bonito e inteligente e fashion e sorridente e palrador que teria a capacidade de te criar um telhado em cima dessa mona parva?” E fiquei esclarecido sobre esta outra hipótese. No entanto, a questão mantinha-se: o que motiva, no caso do machame, a pu…a da telha?

A resposta deve ser qualquer coisa como: “Sei lá? Tou-me bem a cagar para isso que a telha já passou e hoje é um dia excelente! Só não cantam passarinhos porque chove a potes e eu não estou num paraíso tropical para ouvir os que por lá cantam!”

Bilhas Attenborough

Fevereiro 12, 2009

Tenho um sonho de criança. Toda a gente devia manter alguns sonhos de criança de forma a acreditar que a coisa, algum dia, irá melhorar. O meu sonho de criança nasceu do consumo exagerado, aos sábados de manhã, dos documentários sobre a vida animal, narrados por essa lenda da televisão britânica que é o Sir David Attenborough. Desde essa altura que eu sonhava ser como aquele senhor que falava um inglês apurado e com um accent invejável. Tirando a roupa patrocinada pelo Coronel Tapioca eu queria ser aquele senhor quando fosse grande. Andar no meio do mato, a cuscuvilhar os momentos íntimos de leões e elefantes, a percorrer a savana africana, as estepes russas, a selva amazónica, os desertos, a viajar por esse mundo fora. Pronto queria!

No próximo dia 5, por breves 15 dias (não os 15 dias todos, mas os suficientes), vou realizar esse pequeno sonho de criança. Vou conhecer a terra natal da Mrs. Bilhas e do Nelson Mandela e aproveito para vestir uns calções de caqui, umas panama jack e um chapéu de explorador inglês do Séc. XIX e dar um saltinho ao Kruger National Park.

PS: agora tenho que ir. Vou ao Coronel Tapioca tratar dos calções, à Pixmania comprar uma máquina decente e ver se trabalho um bocadinho para o patrão não despedir o menino!

Era um descanso, mas não obrigado!

Fevereiro 12, 2009

Ontem enquanto importava um CD amavelmente cedido pelo Carlos (e que é a banda sonora do documentário sobre o Vinicius de Morais e também a banda sonora deste post) liguei o Mail para verificar se tinha notícias. Chegaram aí uns quatro e-mails para o menino. Três de amigos e um de uma empresa que pretendia ocupar um lugar importante na minha sanidade mental dos próximos tempos e, ao mesmo tempo, depauperar a minha (já depauperada por si) conta bancária com a promessa da escrita da minha tese (como sabem estes gajos que eu ando a fazer dessas coisas) para alívio dos meus, também depauperados, neurónios. Sim, todos os dois!

Eu mandei um e-mail a agradecer, mas não obrigadinhos, pá! Não vá um dia a vida dar voltas e eu assumir um cargo político qualquer e depois tenho de andar preocupado com o telhado de vidro e os alicerces de papel. Em todo o caso e porque há quem o faça, aqui fica a publicidade e alerta. Os senhores enviaram-me isto:

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Música para os teus ouvidos – Bilhas, The Kid

Janeiro 21, 2009

Partilho convosco o gosto musical (industriado pelo pai e mãe, claro) do Bilhas, The Kid. Basta colocar o CD a tocar para ver o miúdo sossegado a ouvir. É realmente espantoso como se herda o bom gosto, não é?

🙂