The old Albion

Certamente fui súbdito de uma qualquer majestade do Reino Unido numa encarnação passada. Só pode. Terei alguma costela inglesa nestes costados herdados de beirões, transmontanos e minhotos que se mantém, tal como a velha Grã-Bretanha, orgulhosa na sua diferença.

Um primo meu costuma contar uma história que representa bem o modo de pensar daquele povo. Conta que quando se celebrou o contacto entre os dois lados do túnel da Mancha, um amigo dele inglês lhe telefonou a dar os parabéns. O meu primo retorquiu: “Parabéns? Porquê?” e o inglês com um ar orgulhoso e troceiro disse-lhe: “finalmente vocês deixaram de estar isolados!”

É este o espírito que eu admiro. O Espírito que se encontra em pessoas como Churchill, Isabel II, a falecida Rainha Mãe, Thomas Moore, Byron, Marlowe, Elgar, entre muitos outros nomes de grande relevo. Claro que também os há maus, mas quem não os tenha que saque da primeira pedra e atire.

Este espírito permite-lhes cumprir um dos actos mais importantes da sua vida em sociedade em sítios tão pouco formais como um salão de cabeleireiro e por isso é um país de admirar. Que se mantenha por muitos e bons anos!

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: