Archive for Julho, 2009

E ainda bem que assim é

Julho 31, 2009

Porque seria uma tristeza, menina Stone, se fosses igual à outra moça! Basta ler a entrevista para se perceber isso! 🙂 Ou então dar uma vista de olhos a esta imagem 🙂

JossStone_macstorepeq

Estamos conversados? 🙂

Eu podia ter escrito isto

Julho 31, 2009

Mas a minha amiga Rititi tirou-me esse trabalho e fico-me apenas pelo link. Se precisares de ajuda a malta pode revezar-se na vigilância ao consumo da areia! 🙂

Aguenta firme

Julho 30, 2009

Há uns dias escrevi aqui, para deleite de vossas senhorias, a minha aventura a tirar o CU (leia-se cartão do cidadão, ok?). Pois muito bem… para não me armar muito aos cucos com o desempenho dos funcionários públicos, eles foram despachadinhos (certamente sabem que toda a gente lê o Bilhas) e ontem tinha em casa a cartinha com os códigos para levantar o bendito cartão. Hoje de manhã, depois de um pequeno precalço com o bilhasmóbil (o sacana agora dá-lhe para acender luzes de avaria assim sem mais… e tive que ir à oficina ver o que se passava), lá me dirigi ao registo civil.

Assim que lá cheguei dei de caras com o advogado mau feitio que tinha saído de lá furibundo… pensei com os meus botões “o gajo meteu a viola no saco e voltou cá para tirar o cartão sossegadinho e à espera na fila como toda a gente!”. Era a vez dele conferir os dados… rápido e eficaz. Uns 5 minutos. Depois a vez de um rapaz e de um padre que estavam juntos. O rapaz rápido e eficiente. O padre quase que contava a vida ao homem da repartição e tinha que saber tudo ali sobre o cartão de eleitor. Tempo que nunca mais passava. Espera bilhas que a malta tem tempo.

Passados 2387492834 minutos lá chegou a minha vez. Verifico os dados, indicador direito e depois esquerdo, “quer activar a assinatura electrónica?” sim quero e acabo a pedir ao homem a máquina que me permite ler o cartão em casa. Ora pois bem… voltas e voltas à procura do bendito leitor, mais voltas e voltas para tirar a facturinha, mais voltas e voltas para activar o leitor e voltas e voltas ainda para fazer um simples pagamento multibanco.

Resultado final: demorei bem mais tempo a levantar o cartão do que a tirar a pelimgrafia, assinar, dedos digitalizados etc e tal quando fui lá da primeira vez!

Alguém se lembra

Julho 29, 2009

Crocs

Julho 29, 2009

A propósito de algumas modas passageiras hoje, quando vi esta notícia, recordei-me de uma conversa que tive em tempos com uns amigos sobre o belo do croc. Dizia eu na altura que dificilmente seria possível criar um sapatuncho tão feio como aqueles. Isto para já não falar de diversas situações prejudiciais inerentes à massificação da utilização do belo do croc. Ora senão vejamos:

Um dos mercados em que a coisa teve sucesso foi no das enfermeiras. Eu bem sei que hoje em dia já não se fazem daquelas enfermeiras de mini-saia, meia de liga a aparecer e bata meia desabotoada que um gajo imagina depois da leitura da terceira Gina. Mas também não havia necessidade de estragar assim o look das moças. Um outro mercado foi o do gajame que vai à praia muito bem arranjado (o que me parece muito bem) e antigamente levava calçada a bela da havaiana. Hoje com os crocs esse gajame mais parecia um mergulhador a caminhar na areia com a bela da barbatana. Não é elegante. E estraga o panorama geral transformando-o em um enorme sapatão com alguém em cima. Não se ve mais nada. Já nem sequer vou falar de um outro mercado que é o dos gajos que andam de crocs, porque meus amigos gajo que é gajo não anda de croc e ponto final! É assim a modos que muitooooooo panisgas, sem ter nada contra os panisgas que normalmente nem andam de crocs… é mais havaiana rosa ou florida.

O único mercado em que a coisa é aceitável é para a criançada, mas apenas no sentido de os proteger da picada do peixe-aranha, ou seja, utilização restrita a quando eles têm os pézinhos submersos.

Parece que o mercado me veio dar razão. A coisa saiu de moda e a fábrica está a caminho da falência (o que é uma pena para os seus trabalhadores e patrões), mas meus amigos também estavam a pedir. Negócio que é negócio não pode ser sustentado por um produto apenas… por muito bom que ele possa ser.

Apenas me resta deixar-vos uma preocupação: sendo uns one hit wonders é certinho que os belos dos crocs vão reaparecer. Até já consigo imaginar o belo do coleccionador de crocs e o Clube de utilizadores dos Crocs.

É Pinar vilanagem!

Julho 29, 2009

Que os moços oferecem 200 europas por cada puto que nasça numa bela de uma conta poupança, caragos! É desta que ninguém sai à rua e fica tudo no chamego em casa.

PS: ó Senhor Sócrates… se o senhor baixasse um pouco mais os impostos directos, o IVA por exemplo, se criasse uma rede de creches públicas como deve ser, se desse mais atenção no SNS aos serviços de pediatria e outras coisitas assim do género eu prometo que ia agora mesmo para casa tratar de arranjar uma irmã para o Bilhas, The Kid.

Venham a mim as criancinhas!

Julho 28, 2009

Se Jesus (não o do Benfica, O original mesmo) soubesse o que um pai sofre para baptizar o crianço, vinha cá baixo com toda a certeza! Eles é aviões a ocupar o espaço que estava planeado, ele é casamentos e mais casamentos no segundo espaço, ele é o camandro e o catano que nem sequer descrevo porque corro o risco de levar com uma excomunhão nas bentas!

Será que o S. João Baptista não podia vir fazer uma perninha aqui no rio Douro. Juntamos uma porrada de putos e baptiza-se tudo ao mesmo tempo com a ajuda de um camião cisterna dos sapadores, carago!

Tinoni tinoni…

Julho 28, 2009

Raros são os dias em que podemos cumprir um sonho de catraio. Ir à lua, por exemplo, é um sonho de catraio que muito dificilmente poderei cumprir. No entanto, há outros sonhos de catraio que são mais exequíveis. Ontem cumpri um deles… ou melhor… cumpri mais ou menos um deles: o de ser bombeiro.

Passo a explicar. Eu morei durante trinta anos ao lado de uma corporação de bombeiros, lá na Espinho natal. A essa corporação devo a capacidade de dormir ferrado independentemente do barulho que está à minha volta, porque, no tempo em que não havia telemóveis para chamar o bombeiral, a sirene dos bombeiros tocava alto e bom som para os chamar a km de distância. Eu ficava impávido e sereno a dormir, mesmo que o bombeiral demorasse horas a responder ao apelo. Devo também um sonho de catraio: o de ser bombeiro e conduzir uma ambulância ou uma Magirus.

Ontem, quando cheguei a casa do trabalho, a Mrs. Bilhas brincava com o catraio na sala e eu reparei que estava um bocado de fumo na cozinha. Nada de muito exagerado, mas era fumo e cheirava a fumo. Fui à casa de banho e certifiquei-me que não era eu que estava a pensar muito sem reparar. Não saía fumo da minha cabeça. Voltei à cozinha e espreitei para o forno. Tudo traquilo, estava desligado. Olhei para o micro-ondas e voilá fumo e algo dentro a arder… com direito a chamas e tudo. Chamo a Mrs. Bilhas… era o bacalhau da janta que estava a descongelar. E agora o que faço? Pensei eu baixinho. Já sei (muitos episódios daquela série do bombeiral de Nova iorque)! Desligo o micro-ondas da corrente, tiro tudo o que está em cima e à volta, não abro a porta (que o oxigénio ainda potenciava o fogo… sou um gajo com conhecimentos ou não?) e levo o dito para o quintal. Abro portas da cozinha e sala para ventilar a maison e tirar o fumo, levo toda a gente para fora de casa para não haver intoxicação e, finalmente, abro a porta do micro-ondas!

O cenário lá dentro era dantesco. Tudo preto e com fuligem. Diz-me a Mrs. Bilhas que é normal levar o bacalhau com o plástico ao micro-ondas, mas que a coisa devia ter um metal qualquer que ela não reparou (estás a precisar de férias) e vai daí ardeu. Quando apaguei aquele imenso fogo com um pequeno sopro, lembrei-me… “eh pá! Já podes dizer que apagaste um incêndio em casa!” e logo de seguida olhei em volta à espera da condecoração do Cavaco e do discurso emocionado de um gajo importante sobre as minhas capacidades para a extinção de fogareiros e velas de aniversário.

Resultado final: o bacalhau ainda se comeu, a cozinha ficou com um bocadinho de fuligem, mas nada que uma passagem com um pano no balção não ressolvesse e fiquei com uma história para contar aos netos sempre que a Mrs. Bilhas lhes queira mostrar as fotografias do avô nos anos 80!

E logo hoje que estava a pensar seriamente…

Julho 27, 2009

em ir ali à costa comer artificialmente qualquer coisa no Barbas, carago! Estragam os planos de um rapaz para a última semana de trabalho!

Ouço

Julho 24, 2009

Um momento de inspiração como poucos. Rodrigo Leão (sempre ele) a deslumbrar com o sentido “Mãe”. Fica também uma homenagem à minha mãe que hoje ficou toda contente com o Bilhas, The Kid.

Obrigado Rodrigo e, acima de tudo, obrigado Mãe.

Um momento sério

Julho 24, 2009

Assim o exige uma sentida homenagem a um homem que sempre lutou pela democracia e é um dos poucos exemplos daquilo a que o meu avô chamava um homem de honra. Manuel Alegre disse ontem adeus à Assembleia da República após uma carreira de 34 anos como deputado na bancada socialista e, na minha opinião, aquela casa ficará mais pobre. Muito mais pobre.

Sendo alguém que não tem as mesmas convicções políticas de Manuel Alegre, vejo nele a liberdade pessoal e a interrogação política que não consigo vislumbrar na maioria dos deputados. Quase todos seguem as orientações partidárias cegamente e esquecem-se que o seu mandato é, também, um mandato pessoal. Um voto de confiança que lhes é dado pelos eleitores e que lhes exige o melhor no serviço público com que se compromentem. Manuel Alegre não se esqueceu disso em 34 anos.

Uma homenagem do outro lado da barricada… de um rapaz de direita que considerou votar em si para Presidente da República e por vezes se arrepende de não o ter feito.

Obrigado.

O CU

Julho 22, 2009

Sim, leram bem… o título deste post é mesmo o CU. Não tenho culpa nenhuma que por causa das suas iniciais o bendito Cartão Único, agora Cartão do Cidadão, tenha mudado de nome e sigla, não é? E sempre dá títulos bem mais interessantes do que o CC! Enfim… mas vamos ao que interessa!

A malta aqui no estaminé foi abençoada com uma conservatória do registo civil nas traseiras. Ali mesmo ao lado do parque de estacionamento onde deixo, normalmente, o Bilhasmóbil. Vai daí já há algum tempo que andava de olho na fila de gente que estava na conservatória para tirar o CU. Normalmente é uma bichice que não se pode e por isso tenho adiado a entrada. Hoje, com o carro estacionado mesmo à porta da conservatória, percebi que tinha pouca gente (deve ser da chuva… está o povo todo na praia a aproveitar) e toca de entrar e sacar a bela da senha. Estava a ser atendido o número 15 e eu era o 21. Esperei. Não deveria ser mais do que 15 minutos para que conseguisse pedir o CU e deixar de ter na carteira uns 823942398 cartões que só servem para fazer peso!

Na espera de 15 minutos ainda tive tempo para apreciar uma ave rara que se dizia advogado e queria, ao abrigo do estatuto da sua ordem, passar à frente daquela gente toda. Claro que o rapaz da conservatória lhe disse que não. O que iria fazer era um acto enquanto cidadão e não enquanto advogado, por isso teria que esperar pela sua vez. O homem saiu de lá furibundo. O tamanho da cabeça era tal que tiveram que abrir as duas portas para o homem passar, mas antes de sair lá pediu o nome do funcionário com um tom intimidatório, como quem diz “estás tramado que vou falar com o Marinho e ele faz-te como fez à Manuela Moura Guedes!” Digo-vos que por momentos estiveram para se ouvir palmas à atitude do funcionário. São estes tipos que fazem com que os advogados sejam tão mal vistos na sociedade.

Passado o episódio lá me chama a menina! “Os seus documentos, por favor!” Aqui estão e toma lá, mas temos um problema porque não tenho aqui o número do SNS. Está numa folha de papel algures em casa. É cartão que ainda não me foi entregue desde que há 5 anos mudei de residência e (estúpido) o fui entregar ao centro de saúde. “Não… não há problema que o sistema reconhece o seu número!” Fico mais traquilo e toca de ir para a frente da maquineta tirar a “pelimgrafia”, registar as impressões digitais e fazer uma assinatura à maneira. Confirma os dados, paga, pergunta porque não pode ser com óculos a fotografia (eu acho que os gajos fazem um scan à retina) e a senhora informa que receberei uma cartinha em casa para poder levantar o CU.

Mesmo sem receber a cartinha, lá levantei eu o cu da cadeira e fui-me embora que tinha o trabalho à espera!

Digo-vos, ó meus caramelos, que tirar o CU é coisa fácil. E ficam com a carteira aliviada em cartões e em 12 europas (é o custo da coisa). Mas sempre que pensem em tirar o CU escolham bem a bela da conservatória. Sei de histórias com tardes perdidas a tirar o CU.

PS: já lá dizia o Herodes: “Mais vale perder uma tarde a tirar o CU, do que perder o CU numa tarde!” Não é bem assim, mas isso agora também não importa nada!

Uma dúvida…

Julho 21, 2009

Ando a ver se me actualizo. Foram alguns dias a olhar para ontem, com a cabeça no meio de livros e papéis, cheio de concentração em tudo e mais alguma coisa, mas desligado completamente das notícias e novidades. Hoje, depois da leitura habitual dos jornais desportivos (gajo que é gajo faz isso todos os dias para ver as contratações do Glorioso), cheguei aos blogs que costumo ler e deparo-me com este post da Bad. Da leitura fica uma dúvida atroz: mas será que a malta recolhe sangue e depois não faz o necessário despiste de possíveis doenças?

Combate à crise

Julho 20, 2009

Numa altura em que o povo todo anda com medo de ficar na penúria, graças à liquidez financeira dos bancos e à dificuldade de acesso ao belo do crédito, o bilhas, esse grande guru da economia mundial que só não sabe calcular calcular a raíz quadrada de 25, dá uma valente ajuda: ideias para negócios super-rentáveis.

Hoje fica aqui a primeira.

PS: as seguintes virão com o tempo e talvez só depois de acabar a crise!

Oi galera! Sou tio de novo… à distância, mas tio!

Julho 20, 2009

Chego hoje ao escritório e dou de caras com um mail do amigo/irmão Zé Miguel que está a fazer pela vida no outro lado do Atlântico para onde foi atrás do amor. Que diz esse e-mail? Diz que fui tio de novo. Que sou tio desta beleza de miúda.

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Quero mandar-te, meu caro, um abraço do tamanho do mundo! Espero que esta carinha laroca seja muito feliz em toda a vida e desejo-lhe tudo de bom.

PS: ó Zé… já agora dizias o nome da catraia no e-mail, ok? Olha lá… eu posso mandar-te a caçadeira, mas como nunca se sabe se o meu catraio se interessa pela prima brasileira o melhor é deixar isso para mais tarde, ok? Um ENORME abraço para ti e para a Raquel com muitas Saudades!