Archive for Maio, 2009

Vasquinho Pestanas

Maio 27, 2009

Ops… grande OPS para mim! Que me esqueci de desejar os parabéns ao vasquinho Pestanas. E a coisa começa a correr mal logo no primeiro aniversário do rapaz. É para o gajo se ir habituando à falta de memória do Tio Bilhas, que a coisa tende a piorar com a idade, segundo dizem.

Faz mais ou menos um ano que as famílias Bilhas e Castro aguardavam com enorme expectativa a vinda dos catraios. Lá dentro do cockpit desenhado especificamente para cada um deles (i.e. as barriguinhas da Mrs. Bilhas e da Tita), o Vasquinho Pestanas e o Bilhas, The Kid concorriam para ver quem é que chagava cá fora primeiro. O sacana do Vasco, influenciado pela competência automobilística do pai e por duas semanas de antecipação na partida, fez pela vida e chegou à meta no dia 26. O Bilhas, The Kid tramou-se e teve que aguardar duas semanas para os pais darem a partida. Por muito bom piloto que o miúdo possa ser teria que ser rápido como o vento para ultrapassar o geneticamente treinado Vasquinho. Mas o que é certo é que já cá está e quase com um ano. Mas disso falaremos um destes dias.

O que interessa para agora é que o meu sobrinho Vasco fez a primeira primavera e para ele ficam aqui o desejo de uma vida muito feliz, com saúde, amor e rodos de catraias boas da parte do amigo Bilhas, The Kid e dos tios e amigos também Bilhas e Mrs. Bilhas.

PS: ó sacana… tu vê lá se aprendes com o teu amigo e deixas o pai e a mãe dormir, pá!

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Sim senhor… muito fashion, caragos!

Maio 26, 2009

Diz que o nosso primeiro-ministro é um tipo elegante e que se veste bem. Diz também que é até um dos 10 mais elegantes e bem vestidos do mundo (li algures… aqui há algum tempo). Diz que agora descobriram que o senhor primeiro-ministro se veste numa das lojas mais caras de Rodeo Drive (a acreditar nesta notícia do i) que até publicita o nome do rapaz, acompanhado do actual cargo, na sua montra, a par de nomes como Ronald Reagan e Al Pacino, por exemplo.

Digo eu sobre o assunto… mas o que raio temos nós a ver com o sítio onde o moço compra a roupa? Só é notícia se formos nós a pagar. O gajo tem ordenado, correcto? Se o quer gastar em lojas caras, em vez de poupar, é deixar, é fartar vilanagem que a malta não tem nada com o assunto. Agora se o está a fazer suportado pelo erário público aí sim é indicar-lhe o caminho para um bom alfaiate em Lisboa ou o atelier da Fátima Lopes e do Luis Buchinho que devem ficar mais em conta à rapaziada.

Em todo caso, caríssimo Eng. Primeiro-Ministro eu pedia aos senhores da loja para tirarem o Primeiro-Ministro de Portugal a seguir ao seu nome. Se é cliente pessoal da loja, basta-lhe apenas o seu nome. Não é preciso que figure por lá o seu cargo… é assim uma coisa parola… a cair ao novo rico, percebe?

Obrigado e boas compras!

Matos de todo o mundo, uni-vos!

Maio 26, 2009

Logo à partida é justo que diga que o título deste post foi sacado descaradamente ao sempre inspirado amigo Aniceto. Dificilmente iria conseguir um bom título, bom e apropriado, para este pequeno texto. Caso os meus caros não saibam e queiram, por algum mistério insondável, saber o meu nome de Família é Matos. Matos é sempre um bom nome para se ter. É antigo, tem tradição, ainda não tivemos nenhum primeiro-ministro com esse nome (reparem o que o actual faz ao Sócrates) e, embora tenha dois leões a agarrar uma árvore no escudo de armas, é um nome forte.

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Imagem: @osmatos

A história mais engraçada que me lembro sobre o meu nome de família é sobre um médico da família a quem estavam a tentar ligar há vários dias e assim que conseguem o médico diz: “daqui Matos!” e não se fez tardar a resposta: “e eu daqui esfolo-os, senhor Doutor!” É um pequeno aparte, mas pronto gostei sempre desta história!

Mas voltando a Esparta. O que me traz aqui hoje é essa grande maravilha que a internet nos proporciona (mais especificamente o twitter) que é chegar longe e conhecer pessoas com interesses comuns, gostos comuns, nomes comuns, etc. Ontem recebi um convite no twitter para me juntar aos Matos (@osmatos) e assim alargar o conhecimento sobre a “família” e conhecer eventuais primos e primas que fomos deixando por esse mundo fora. Desde então já adicionei/fui adicionado no twitter a uma boa dezena de Matos. E pronto… é sempre bom conhecer a famelga, não é? Quanto mais não seja porque poderá haver uma reunião dos Matos num sítio exótico… tipo Bora Bora… ou o Havai, certamente haverá um Matos por lá, não é?

Homenagem

Maio 22, 2009

Invejo cada vez mais a capacidade do Miguel Esteves Cardoso. O editorial do Público de hoje em homenagem a João Bernard da Costa é brilhante. Ao nível do homenageado.

Apenas porque é importante

Maio 21, 2009

Ver o mundo em que estamos e pensar em contribuir um pouco, quanto mais não seja aproveitando ao máximo o que temos.

Um dia triste

Maio 21, 2009

Devo começar por dizer que não sou grande cinéfilo. Entendam apreciador de bom cinema e letrado na sétima arte. Tanto gosto de ver um filme de acção estúpido com explosões e rajadas de metralhadoras do início ao fim (um dos Die Hard, por exemplo), como sou capaz de me comover com uma bela história de amor (a mais bonita que vi chama-se A vida é Bela), de me rir com a mais parva das comédias (como as do Jim Carey, por exemplo), de me emocionar com a rica personagem de Forrest Gump ou de perceber que só um mestre pode fazer um filme como o Lost in translation. Mas assim como não preciso de ser arquitecto para perceber a beleza da Torre dos Clérigos, também não preciso de saber muito de cinema, para afirmar que hoje é um dia triste para os amantes do cinema em Portugal.

Morreu João Bérnard da Costa, director da Cinemateca Portuguesa, crítico de cinema, escritor, actor e acima de tudo um daqueles homens que sempre vi como sendo uma pessoa frontal, recta e honrada. Alguém que me foi ensinando, através das crónicas do Público, o pouco que sei sobre cinema. Por todos estes motivos não podia deixar o normal registo de galhofa e fazer esta pequena homenagem.

The salvation drill

Maio 20, 2009

Quais Bruce Willis em plena acção no dorso de um cometa que ameaçava colidir com a terra e mandar-nos todos para o galheiro, quais carapuça! O verdadeiro herói de hoje, segundo o JN, é um médico australiano que depois de diagnosticar uma fractura craniana e consequente coágulo a um miúdo, vendo-se a braços com a falta de meios cirúrgicos (pelos vistos o mal não é só português), socorre-se da maravilhosa imaginação e com um berbequim e broca (devidamente esterlizada) da manutenção hospitalar salva o miúdo, aliviando-lhe a pressão causada pelo coágulo no cérebro.

Na notícia não menciona, mas algo me diz que um destes dias se descobre que este médico é filho de imigrantes portugueses e está embuído do velhinho gene do desenrasca lusitano!

Estava tudo tão sossegado e agora isto…

Maio 19, 2009

Numa altura em que a Bola, Record e Jogo já tinham decidido toda a futura equipa técnica do Glorioso e as diversas aquisições para a próxima época, em que o caso Freeport já não é notícia, por causa da ligação ao primeiro ministro, mas sim porque o presidente do Eurojust andou, alegadamente, a meter o bedelho em coisa alheia, numa altura em que “desaparecem” 15 mil desempregados porque há um erro informático e pouco se escreve sobre o assunto e em que a gripe A, a crise económica, os problemas BPN e BPP não parecem já ocupar o lugar devido nos jornais, enfim numa altura destas só nos faltava a bela da professora de História a tentar implementar um novo método de ensino de Educação Sexual e da novíssima disciplina sobre a Superioridade da Sr.ª Professora que estuda montes de anos para fazer o que se viu.

Uma varina sem quaisquer estudos, minha cara senhora (chamar-lhe doutora até é insultuoso para o título), era mais educada do que a senhora e teria certamente mais nível, porque alguém que usa um poder que lhe é conferido pela sociedade (o de ensinar e avaliar imparcialmente) para ameaçar da forma que o fez aos seus alunos, não tem nem nunca terá o nível de uma porta sequer, quanto mais o da menos instruída varina*.

PS: e que me perdoem as varinas por as usar nesta comparação com esta infeliz.

El amigo Castro

Maio 18, 2009

Não pensem, principalmente tu Carlos, que me converti ao comunismo e agora sou tu cá, tu lá com esse ícone da cultura comunista que é o Fidel. Não é o caso. O título deste post está em espanhol apenas para me permitir este intróito político (como se fosse preciso demarcar-me da esquerda) e ao mesmo tempo começar a escrever sobre uma pessoa que tive o privilégio de conhecer por ser (na altura) namorado de uma amiga da, então, minha namorada (agora a famosa Mrs. Bilhas) e que hoje em dia me dá o privilégio de ser meu Amigo. Que grande confusão que vai nessas cabecitas, certo! Imaginem na minha que está em fase pré-demência.

Pois então, esse grande amigo, o chefe do clã Castro, papel que divide com a amigalhaça Tita, pai da Coisa Málinda do tio Bilhas e do Vasquinho Pestanas, ilustre funcionário público e piloto de reputação comprovada em diversas competições nacionais de automobilismo, o grande Rui Castro faz anos hoje. Devem ser para aí uns 30 anos, mais coisa menos coisa, mas isso agora não importa nada. Importa é que Deus, ou outra entidade superior em que os meus leitores acreditem, tem uma especial predilecção aqui pelo menino. Sem perceber o porquê sou muito comummente brindado por Ele com bons amigos. O Rui é, felizmente, mais um dos bons e hoje merece um especial cumprimento.

Que contes, meu caro, muitos e bons anos e que a malta esteja cá para os contar são os votos de toda família Bilhas.

Estou oficialmente xoné!

Maio 14, 2009

Já há alguns anos me queixo de uma memória pior do que a dos peixes. Passava a vida num aquário na boa. Bastava duas voltas para me esquecer da beleza daquelas azenhas de plástico que costumam lá pôr ou da linda planta que o decora. A sério que é assim má. Tão má que a minha mãe, ainda hoje e mesmo depois de eu saber como funcionam os calendários dos computadores e telefones, me liga sempre que alguém da família faz anos. Só não o faz no dia de anos dela e corre um tremendo risco. Devo confessar que a memória só não me falha em algumas circunstâncias muito especiais e para as quais não encontro necessidade nenhuma. A saber: ainda hoje sei de cor o primeiro número de telemóvel que tive, o número de telefone dos meus pais em 1980, a matrícula do Fiat 128 do meu pai e a de um Carocha que ele também teve, recordo-me perfeitamente do número do cartão da Biblioteca Gulbenkian que existia em Espinho, entre outras coisas extremamente inúteis e parvas para se ocupar a cabeça com.

Até há pouco tempo culpava os meus pais. Não sabiam comprar uma coisa com mais capacidade do que os míseros 20MB que encomendaram para mim? Eu sei que memória era coisa cara na altura, mas não valeria a pena endividarem-se até ao tutano para dar a este moço algo melhor em termos de capacidade de armazenamento? Mas depois de pensar aí uns 15 segundos a sério sobre este assunto, vejo que não os posso culpar. O meu irmão (encomendado antes de mim) consegue lembrar-se de coisas que nem ao diabo lembra e tem a particularidade de se lembrar do artista que canta a música x ou y e dos anos em que foi lançado o Acthung Baby dos U2 e merdas destas. Coisas que impressionam o catraiame, não é? E eu… nada! É nestas horas que dou graças a Deus por ter sido escolhido pela Mrs. Bilhas (certamente por engano), senão a conversa de engate que eu teria nos dias que correm seria uma coisa absolutamente surreal que variava entre as matrículas dos antigos carros do pai e o artigo que tinha acabado de ler e do qual consegui reter o último parágrado. Uma tristeza.

Mas não pensem que isto fica por aqui. Não… nada disso. Antes de ontem tinha uma reunião marcada na capital do reino. Aliás eram duas. Uma de manhã no centro de Lisboa e uma outra de tarde. Esta estava marcada com uma entidade que tem sede no Estoril e vai daí, esta cabeça expedita, nem sequer trata de ler com atenção a agenda e toca de navegar até ao Estoril, marginal fora, para por lá almoçar e chegar a tempo da bendita reunião. À hora marcada, sigo para a recepção e pergunto:

– A pessoa x está? Tenho reunião marcada para as 16!

Resposta da senhora simpática da recepção:

– A pessoa x trabalha cá, mas nos escritórios de Lisboa.

Eu (em pânico):

– Pois… e a pessoa y também não está? Também vai participar na reunião.

A senhora:

– A pessoa y saiu há algum tempo em direcção aos escritórios de Lisboa. Tinha uma reunião marcada lá com um senhor que vem do Porto.

A partir deste momento foi abrir a agenda, confirmar o meu erro e telefonar para x e y para pedir desculpas do tamanho da Ásia. Estou completamente xoné!

O coração nas mãos…

Maio 8, 2009

Não haverá pessoa mais cuidadosa do que eu com as minhas coisas. Principalmente as minhas coisas de que gosto particularmente. Ora uma das coisas que eu gosto particularmente é o meu macbook. Uma obra prima da engenharia informática, criada por esses fantásticos senhores de Cupertino, que acende na parte de trás do ecrã uma maçã reluzente como que a indicar ao mundo que a operar ali está uma pessoa de extremo bom gosto e que gosta de coisas simples e eficazes, modéstia à parte, ora pois!

Hoje fiz uma daquelas coisas que em qualquer manual de manutenção de computadores vem nos AVISOS iniciais como algo que pode danificar seriamente o desempenho e funcionamento dos ditos. Algo semelhante a: NÂO APROXIME QUALQUER LÍQUIDO DO SEU COMPUTADOR. CASO ENTORNE QUALQUER LÍQUIDO EM CIMA DO COMPUTADOR ELE PODERÁ FICAR IRREMEDIAVELMENTE PERDIDO.

Até parece que estou a ouvir o burburinho desse lado: “xiiii o Bilhas deitou o copo de gin em cima do computador!!” ou algo menos alcoólico, mas igualmente grave “lá está um macbook e café não combinam de maneira nenhuma!” E podem “burburinhar” à vontade porque este vosso amigo deixou mesmo cair líquido em cima desta linda máquina. No caso (e felizmente), água fresquinha que me estava a ajudar a adormecer um dente que teimava em doer-me. Assim de um momento para o outro, sem perceber ainda como, bati com o copo na mesa e tungas… água vai, sem aviso prévio e o pânico instala-se! Nos momentos seguintes passou-se mais ou menos o que escrevo abaixo:

Ó carago, ó carago que esta merda vai fodiscar o mac todo e o camandro e o catano. O que faço, o que faço. O gajo continua a funcionar todo molhado? Desligo isto tudo? Como? Vai de dar-lhe em maçã e shut down e ver o gajo a fechar as aplicações todas, a suspender a virtual machine do Parallels, a perguntar se tenho a certeza que quero mesmo desligar com uma calma do caraças e eu aflito como Santiago aos mouros para ver o gajo todo desligadinho da silva e sem água a ameaçar aqueles preciosos circuitos. Por fim desliga-se o moço (mais uma vez, pelo seu próprio pé) e um lufa-lufa de toalhetes de papel e inclinação do gajo para ver montes de água a sair das suas entranhas. Nestas alturas só me ocorre uma coisa: ligar ao amigo e sempre muito prestávél auxílio Pedro Aniceto, mas segurei-me. Mandei um e-mail e aguardei.

As horas seguintes foram de medo, horror, pânico, dor, de secagem com auxílio de um secador de cabelo trazido por uma colega e de uma ansiedade enorme. “Será que o meu menino vai funcionar? Será que o devo ligar hoje? Ou esperar aí uns dois meses até ter a certeza que está tudo mais do que seco?

Resolvi arriscar. O público (os colegas preocupados) estava expectante. Ouvia-se o rufar dos tambores. Coloca-se a bateria… a tampa por cima… os clicks do costume e pressiona-se o excelentemente bem desenhado botão de “Power” e rezam-se umas 8239492349 Avé Marias e aí uns 293498982734 Pai Nosso. Mais uns segundos e tungas…

All systems running as usual! 🙂

Ouviu-se em toda a Área Metropolitana do Porto um estrondoso e alegre YEAHHHHHHHH!!!!!!!! O meu macbook está a funcionar e até parece mais veloz, carago! A água deve ter limpo alguma poeira e tudo! 🙂 E este post já é escrito, ao som de Diana Krall, no computador mais bonito, eficaz e tudo e tudo do mundo. Thanks senhora Apple, carago!

PS: a gerência avisa que não devem tentar esta proeza em vossa casa. O sucedido, tenho a certeza disso, foi um acidente que poderia ter um fim trágico, mas felizmente a sorte e a rapidez ajudaram este vosso amigo.

Bonito, pá!

Maio 5, 2009

PS: bem que podiam fazer um karaoke destes com o Porto Sentido ali nos Aliados!

À China fumadores, à China

Maio 5, 2009

Diz que na China há uma província que se chama Hubei. Diz também que nessa província da China, a Hubei, se produz tabaco como se não houvesse amanhã. Diz ainda que o tabaco é a principal fonte de rendimentos local e, portanto, motor de desenvolvimento económico. Diz que a malta por lá é mais expedita a legislar do que o governo do Sócrates quando se trata de coisas importantes como o sigilo bancário e assim. Diz que nessa ânsia legisladora as autoridades locais, da província de Hubei, decidiram obrigar os funcionários públicos a fumar e até indicam a marca e o número de fumantes que cada um deve consumir diariamente. Ora toma que já almoçaste!

PS: se o Sócrates sabe disto, começa a obrigar os funcionários públicos a comprar Magalhães e a indicar tempo minimo de utilização da internet.

É um dia triste…

Maio 4, 2009

Para todos os que, como eu, se habituaram a ouvir a voz grave de Vasco Granja em antecipação a mais uma série de desenhos animados que costumava apresentar no seu “Cinema de Animação”. Mesmo quando se tratava de uns desenhos da República Checa que não me diziam nada de nada. O pouco que sei sobre cinema de animação aprendi naqueles dias.

Partiu na madrugada de hoje mais uma figura da minha infância/juventude.

Mãe

Maio 4, 2009

Antes que comecem a mandar vir que o Bilhas se esqueceu de desejar um bom dia da mãe à Mãe Bilhas e à Mrs. Bilhas devo dizer que eu não me esqueci que ontem foi Dia da Mãe. Não esqueci não senhora! Não esqueci e até ofereci prendas a uma e outra mãe que elas merecem. Merecem bem mais do que lhes ofereci, mas como o Europamilhões só me vai sair na próxima semana terão que aguardar mais uns dias por uma prenda à altura do que merecem.

Em todo o caso este ano foi o primeiro em que a Mrs. Bilhas festejou este dia e só por si este facto é merecedor de uma chamada de atenção aqui no estaminé. É que para além de tudo o resto a Mrs. Bilhas é a melhor mãe do mundo ainda que partilhando o lugar supremo com a Mãe Bilhas.

Vai daí um beijo enorme para as duas.