Archive for Abril, 2009

150000 como é que é possível…

Abril 30, 2009

Haver 150000 visitas a este estaminé? Como é que é possível que tanta gente se perca a ler as barbaridades que por aqui escrevo? Como é possível que alguns, com claro risco para a sua saúde mental repitam a dose? Ele há coisas do catano, mas em todo o caso hoje (todos os dias, mas…) especialmente é necessário um caloroso agradecimento com direito a distinção de género e tudo…

Para eles uma vénia

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Para elas um aceno de mão

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Em jeito de gratidão pela atenção, paciência e amizade!

Bilhas Attenborough

Abril 28, 2009

Vocês sabem, eu sei que sabem, que este vosso amigo gosta muito do documentário. Trate-se da vida selvagem em África, na Amazónia, de costumes tribais americanos, das aventuras do rato comum europeu, das marchas dos pinguins ou ainda sobre um dos cafés mais emblemáticos da academia portuense, o famoso Piolho (documentário produzido pela estagiária aqui do estaminé), este vosso amigo não perde uma. É um formato que me agrada independentemente do assunto que versa, gosto e pronto!

Hoje fiquei ainda mais interessado pelo formato. E não tem nada a ver com o documentário que se linka.

24 de Abril

Abril 24, 2009

Chamam-lhe os reaças o dia da Saudade. Para mim é uma das datas mais felizes da minha vida. Neste dia, há 5 anos atrás, consegui ludibriar a Mrs. Bilhas e levei-a ao altar com falsas juras sobre futebol e de copos com os amigos e com juras verdadeiras de amor, paixão, respeito, carinho e amizade. Ainda hoje agradeço a todos os que contribuiram para este dom, que carrego como uma cruz, de ser um tipo convincente. Consegui convencê-la a custo a subir aqueles degraus, mas o que é certo é que ela entrou, disse que sim sem hesitações (eu tinha lá uns ciganos, just incase) e, pasmem-se, continua a aturar-me até ao momento em que escrevo estas palavras.

É certo que também eu me aplico. Ora senão vejam. Um rapazinho educado com uma mãe que lhe fazia de tudo começou a limpar a casa, a aspirar tudo direitinho, a lavar loiça, a fazer a cama, a cozinhar (muito mal… só me saiem bem as pizzas da Buittoni), a conduzir devagarinho, a por a roupa a secar, enfim todo um mundo reservado antigamente ao gajame e no qual entrei sem ter, até ao momento mais uma vez vos digo, qualquer dano irreversível na condição de macho latino.

Para além disso há que ter em conta também que ser um macho que faz filhos tão bonitos como o Bilhas, The Kid, ainda por cima com muito empenho nos treinos para tal (para os que estão a pensar em mandar a boca foleira digo já que empenho não é o mesmo que bom desempenho, mas é um passo enorme para lá chegar e nesse aspecto só a Mrs. Bilhas é que pode afiançar a qualidade do dito) não é coisa que ande por aí a cair aos pontapés! E reparem que eu sou a modéstia em pessoa, ok?

Assim sendo, para continuar nesta senda de glória em que me encontro, fiquem desde já a saber que hoje é dia de jantar romântico (a dor, a dor…) e de noite a dois!

My love… agora um pouco mais a sério… Não podia deixar passar esta data sem te deixar neste meu diário uma mensagem de agradecimento e de admiração.

De agradecimento porque tudo o que és e me dás. De admiração por ainda conseguires ter paciência para este que te ama.

BEIJO!

Ao minuto 1 e 30

Abril 22, 2009

Não o posso colocar directamente aqui… mas vejam no link abaixo esta pérola da arte de fabricar perucas! É para aí ao minuto 1 e 30 que a coisa acontece!

http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=20&visual=9&tm=6&t=Pensionistas-indignados-com-comportamento-do-fisco.rtp&article=215069

Que categoria!

Update: Ora vejam lá se não estiverem com paciência para ir até ao site da RTP.

pensionistas-indignados-com-comportamento-do-fisco-rtp-noticias-video

E todos os anos voltamos ao mesmo!

Abril 21, 2009

não há sossego no meu contador de visitas assim que Maio se aproxima. No primeiro ano, ainda verde nestas coisas da publicação blogueira, pensei que seria a minha capacidade criativa se elevava ao quadrado ou ao cubo quando se aproximava o mês de Maio e os contadores registavam subidas dignas de figurar ao lado da escadaria da torre dos clérigos. Mas foi apenas uma ilusão efémera (que lindo, Bilhas!).

Assim que perdi umas semanas a ver como a coisa funciona percebi logo a tramóia. No mês que antecede Maio, ora deixa cá ver… Abril, portanto, há uma quantidade enorme de povo que vem para a web à procura de frases lindas e inspiradas para escrever na fita de finalista do filho, amante, namorado, pai, tio, avô, colega, etc. e tudo e tudo.

Ora como eu ainda sei fazer contas de somar e sei que 2+2=4 percebi logo o aumento de visitas. Procuras por frases para fitas, encontras o Bilhas, o bom da fita!

Chuif… e assim fiquei com um trauma dos grandes que todos os anos me faz pensar no motivo pelo qual eu escolhi tão miserável nome para esta casa. Podia ter escolhido algo mais sugestivo e interessante como D. Juan de la Madalena, El Casanova dos Guindais ou até Cátia Vanessa que a mãe não chateia. Mas não… fiquei-me pelo bom da fita. Haverá coisas piores, não é?

Cristina Branco

Abril 17, 2009

É hoje, rapaziada! Não se esqueceram, pois não? É favor não se atrasarem muito que a moça não gosta de ser interrompida e um destes dias ainda somos vaiados como o Sócrates e a Câncio!

PS: não esquecer de levar o CD, não esquecer de levar o CD, não esquecer de levar o CD, não esquecer de levar o CD, não esquecer de levar o CD, não esquecer de levar o CD, não esquecer de levar o CD, não esquecer de levar o CD, não esquecer de levar o CD, não esquecer de levar o CD, não esquecer de levar o CD, não esquecer de levar o CD, não esquecer de levar o CD…

É por estas e por outras…

Abril 16, 2009

Que a coisa vai como vai! Link para o blog onde vi o vídeo e com o qual partilho a opinião.

Pornoposta

Abril 16, 2009

No seguimento do post anterior, ao qual escapou o aviso de proibição a menores, queria falar sobre esta notícia. Mas cum catano que raio de filhos da pu…a faz uma criança (ainda por cima os próprios filhos) sofrer em nome de uma religião que eu sei que não pede a nenhum pai que purifique o seu filho proibindo-o de comer.

Se o cabrão do gajo (e gaja já que era coisa entre os dois) se purificasse a ele durante uns valentes meses e depois partisse para o além fazia um favor do catano ao mundo! Ou então que lhe nascesse um pinheiro pelo pacote acima!

PS: a paternidade deixa-me completamente irrascível face a maus tratamentos às crianças!

Ah valente!

Abril 15, 2009

Se o Coiote ler este post de certeza que dirá: Sáááááááá Pinnnnnnnttttooooo!!!!!!!! Jesus! E ficará com uma inveja do catano deste senhor de 75 anos*. Eu fico-me por um “what” de espanto ao pensar quem é que raio anda a ver filmes porno com actores de 75 e 72 anos de idade. É algo parecido com imaginar os avós a pinar, carago! E toda a gente sabe que os avós pinam (os deles que são sortudos), mas imaginá-los a pinar é que não, canudo!

*inveja pelo facto de chegar aquela idade ainda com força na mola, ok Coiote? Não estou a dizer que gostavas de entrar em filmes porno. Que fique bem claro!

A telha… a pu…a da telha, senhores!

Abril 15, 2009

Há dias, já o disse aqui há tempos, que um gajo à tarde não pode sair de casa à noite! No gajame, como diria a minha amiga Rititi, a causa é conhecida e por demais escalpelizada, chama-se TPM. No machame a coisa é mais complicada. Nós não temos, graças a anos e anos de evolução humana, o chamado período. A malta não tem uma razão fisiológica para ficar com a pu…a da telha, no entanto ficamos. A que se deve este importante e menosprezado facto, perguntam os meus caros leitores com cara de Sherlock com um “je ne sais quoi” de Einstein pregado na testa. Até parece que os estou a ouvir em uníssono. E eu respondo.

Não faço a mínima ideia. É uma coisa que me atormenta a alma, mas não consigo perceber o que car…lho nos faz ficar com a telha. Há uns tempos pensava que seria o tempo (o da meteorologia) mas devo confessar que já tive dias de esplêndida boa disposição com chuva, trovoada, neve, raios e coriscos e até com granizo. O outro tempo (o dos relógios) também não é razão para a telha. Se fosse todos os dias a malta ficava com um pouco mais de telha e isso não é, definitivamente, o caso. Aqui até cabia uma daquelas frases lamechas e muito usadas no msn do género: “a vida só é aproveitada por quem vive” ou alguma merda assim semelhante. Porque, embora lamechas, é verdade. Ficar com a telha por causa do passar dos dias, não é de gajo que é gajo e pronto!

Também me interroguei sobre o trabalho e os seus efeitos nefastos para a boa disposição. Mas acabei por chegar à mesma conclusão das anteriores hipóteses. Só seria causa da telha se não gostasse do que faço. Como gosto, não é motivo para a dita. Perguntei então ao âmago do meu ser (demorei horas para o encontrar) se seria uma coisa mais importante como a família e a gaja mais gaja do mundo. Resposta do âmago do meu ser com todas as letras: “tás parvo ou quê?! Então era a gaja mais gaja do universo que te ia por com a telha? Era o puto mais radiante e bonito e inteligente e fashion e sorridente e palrador que teria a capacidade de te criar um telhado em cima dessa mona parva?” E fiquei esclarecido sobre esta outra hipótese. No entanto, a questão mantinha-se: o que motiva, no caso do machame, a pu…a da telha?

A resposta deve ser qualquer coisa como: “Sei lá? Tou-me bem a cagar para isso que a telha já passou e hoje é um dia excelente! Só não cantam passarinhos porque chove a potes e eu não estou num paraíso tropical para ouvir os que por lá cantam!”

I follow you

Abril 9, 2009

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E África ainda

Abril 8, 2009

Devo dizer-vos que poucos relatos e fotos nos preparam (a nós os sacanas europeus) para uma travessia em África. A chegada à fronteira entre Moçambique e a África do Sul é algo que eu não vos consigo descrever em palavras e, muito menos, em fotos. Tive algum pudor em fotografar a miséria que vi por aqueles lados e por isso nem sequer tirei a máquina da bolsa. Não que fosse tudo miserável, não se trata disso, mas quando vejo crianças a apanhar garrafas de água deitadas fora, não o consigo registar em mais nenhum lado a não ser na mente.

A fronteira de que vos falo é o exemplo mais claro do que ainda é Moçambique. Um país africano pobre que felizmente já não tem guerra, mas que tem ainda um caminho enorme a percorrer no que diz respeito às condições em que vivem os moçambicanos. Já vos contei sobre a forma expedita como passamos a fronteira, mas se fosse caso único era uma sorte.

Em Maputo, depois de instalados em casa de familiares da cunhada (thanks a todos por aí), fomos dar uma volta à Matola. Uma espécie de subúrbio da capital moçambicana onde já viveu a minha sogra. O aspecto é mais ou menos assim.

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Não muito diferente (tirando o alcatrão) de uma das melhores zonas de Maputo. Ora vejam.

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Em todo o caso, deixem que vos diga que um sítio e outro (mesmo depois de anos de guerra) têm uma beleza fantástica. Maputo devia ter sido uma cidade deslumbrante antes da guerra. Vejam, por exemplo, a belíssima estação de caminhos de ferro de Maputo (projecto de Gustave Eiffel se a memória não me engana, conforme li algures) que foi considerada uma das dez mais bonitas do mundo pela Newsweek.

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E nem sequer vos vou falar sobre as belíssimas praias que por lá se encontram. Vejam vocês.

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Nem preciso, não é? Tenho de retornar a África em breve.

Tentativa II

Abril 6, 2009

“Estás bom? Ainda há pouco falei de ti. Estive com a Maria, recordas-te da Maria?” Estupefacto com a saudação e a chegada intempestiva da Inês, só lhe ocorria a frase do dia anterior. Então vamos falar a sério e agora estamos a falar sobre uma Maria qualquer? Que quererá a Inês discutir a sério comigo? Pensa ele, a desviar o olhar da senhora do lado. Ainda assim estava intimidado com aquela situação, com a expectativa do que o aguardava.

“Eu estou! E tu?” Seguido de um “Que Maria?” que custou a sair. Preferia ter perguntado sobre a conversa séria, mas tinha receio.

“A Maria que trabalhou contigo. Perguntou por ti… disse-lhe que estavas bem…” a partir deste exacto momento deixou de ouvir o que quer que seja. Estava ansioso pela conversa séria e ao mesmo tempo começava a achar que teria feito uma tempestade num copo de água. Até a senhora do lado parecia estar a rir-se de toda a situação. Se calhar não era mesmo nada. Ainda não lhe tinham descoberto o segredo.

Estúpidos como cornos

Abril 3, 2009

Não há justificação, em nenhuma lei humana ou divina, que permita a animais como estes tomar a justiça nas próprias mãos e chicotear uma mulher em público.