Archive for Março, 2009

Be very, VERY, afraid!

Março 31, 2009
Inbox for bilhas.obomdafita@gmail.com.jpg

Ó Frota, tu segue-me, mas à distância, ok? Cum catano!

Seus brincalhões

Março 31, 2009

São uns marotos os queridos! Com que então o Pedro Silva é o melhor jogador da taça da Liga? Sim senhor. É justo dar um prémio ao rapaz. Não é todos os dias que se vê um encostão daqueles ao árbitro. Aliás, sei de fonte segura que o João Vieira Pinto (o eterno menino de oiro) vai receber das mãos da FIFA um prémio (a posteriori) de melhor jogador do Mundial da Coreia-Japão, motivado pelo suposto soco que afinfou no árbitro da famigerada partida que nos eliminou.

Roubam a lagartagem e ainda por cima gozam com eles, carago! Roubar ainda vá lá (que estamos a falar da lagartagem), mas gozar não se faz!

e jantar again

Março 30, 2009

Porque seria injusto não elogiar e agradecer o jantar que mamãe Bilhas (a minha portanto) fez para nós ontem. Isso e todo o carinho com que somos recebidos em casa dos pais. Pronto… fechamos por aqui a lamechice de hoje! 🙂 

A seguir vem javardice, mas agora vem almoço!

jantar e almoço

Março 30, 2009

Sou um afortunado. Os jantares com os meus amigos são dos mais interessantes que pode haver. Em primeiro lugar são acompanhados pela primeira edição da Playboy portuguesa. Sim aquela em que a Mónica das Delirium mostra o corpanzil ao mundo e na qual podemos ver como é que uma moça chamada Rute Regina pode ter bastantes motivos de interesse. Reparem que bastava esta revista e as suas páginas (que motivaram o interesse até da empregada do restaurante) para que o jantar de aniversário do A. fosse interessantíssimo. Reparem que mesmo que o Coiote não tivesse tido a brilhante ideia de a comprar, o jantar de aniversário do A. seria interessantíssimo na mesma. Discutem-se as vaias ao Sócrates e à Fernanda Câncio, os melhores lugares de férias no Brasil, o resultado da selecção, as dores do A. com as suas velhinhas enjoadas e consequentes limpezas, a viagem da família Bilhas a África, a decoração do restaurante e os padrões berrantes (à la Goucha) dos fatos que por lá se vendem, o índice de picante da massada, os cuidados do Coiote com os CD do C. e muitos outros assuntos de elevado interesse. Enfim um espectáculo ao qual o Bilhas, The Kid heroicamente vai assistindo (para se habituar) e aguentando até à uma da matina sem uma birra sequer.

Thanks pela bela janta rapaziada e uma vez mais parabéns A.

Depois sou um afortunado as well, porque não é para todos ter uma princesa de sobrinha que nos chama de dorminhoco (com um sorriso matreiro estampado naquele rosto lindo) e logo de seguida nos diz “tinha muitas xaudades tuas, tio Né!” Isso e um almoço com os pais desta linda sobrinha enche-nos o domingo e faz-nos esquecer que está a acabar o fim de semana. R. e T. força aí. Em tempos difíceis saibam que têm aqui três amigos para o que der e vier. Contem connosco para o que precisarem.

PS: adorei a casa. Vai ficar o máximo!

Psstttt ó Mrs. Bilhas

Março 27, 2009

Há aqui uma nova área científica a explorar. Que me dizes de comprovar, através de um exame aprofundado, esta teoria da Beijologia?

O comboio que nos leva à capital

Março 26, 2009

É mais conhecido por Alfa, com apelido de Pendular, e diz que é rápido. Pelo menos é o que os ecrãs nas entradas de cada carruagem indicam quando a malta vai a 220 Km/h. Demora duas horas e meia desde o Porto até Lisboa, sem contar com os atrasos (esta semana aconteceram duas vezes) e com algum imprevisto que não possa ser imputado à CP. Diz também que é confortável e espaçoso (eu confirmo) e é o meio de transporte preferido deste vosso amigo. Devia haver comboios ou outra coisa qualquer sobre carris a ligar tudo quanto é sítio e ponto final!

Até porque no comboio é costume assistir a cenas que não lembra a ninguém. Hoje de manhã, por exemplo, deu-se uma dessas. Imaginem lá dois chineses a falar chinês, alto (muito alto) e bom som, quando todo o povo queria aproveitar para dormir mais um pouco, principalmente a menina que viajava ao meu lado. Quanto mais os homens falavam, mais ela bufava e dava encontrões ao assento. Mais duas de letra chinesa e mais uma bufadela, encontrão e um chiuuuuuu alto e bom som (que os chineses não entendiam). Isto continuou até Santarém. Aí a moça fartou-se e, em inglês, mandou calar os dois chineses de forma impetuosa.

De Santarém até Lisboa foi um sossego. Os dois chineses enterradinhos nas cadeirinhas e a moça a dormir o sono dos justos.

Gosto muito de andar de Alfa.

Trabalho

Março 25, 2009

O que um gajo faz quando tem montes de merdas para fazer, mas só lhe apetece a bela da esplanada com direito a cervejinha fresca e um pratinho de tremoços?

Não há pachorra para o trabalho!

O início de tudo

Março 24, 2009

É sabido, quer dizer, eu sei que a humanidade nasceu em África. Os primeiros hominídeos deram os seus primeiros passos em África e daí partiram para todos os cantos da terra. Vai daí todos nós temos um pouco de África no nosso código genético. Só assim se compreende a forte ligação de várias pessoas que conheço a um continente em que a maior parte dos países são de uma pobreza extrema. Eu tive a oportunidade de conhecer dois países africanos: África do Sul (a jóia da coroa africana, money speaking of course) e Moçambique. Duas visões diferentes de África. Uma mais rica que outra, e a segunda mais rica do que a anterior em outros aspectos.

Reparem que eu disse que conheci dois países, mas realmente o que eu conheci foram duas cidades: Johanesburgo e Maputo (vá três… se considerarmos que um dia chega para conhecer Pretoria), um parque natural (o mais antigo de África), o Kruger National Park e Sun City (o mais afamado resort sul-africano). Para conhecer um país como a África do Sul e Moçambique eram precisos bem mais do que 15 dias. Um mês seria insuficiente e seis meses seriam demais para um rapaz como eu. Ficaram por conhecer Durban, Cape Town, a Beira, o Bilene, etc. já para não falar de uma visita à Suazilândia ou ao Botswana que tornariam a viagem muito mais interessante. Mas o tempo, esse malvado, não o permitiu. E nós podemos pouco contra o tempo (pelo menos por enquanto, não é?).

Mas comecemos pelo início. Fomos para Johanesburgo em viagem familiar. Eu, a Mrs. Bilhas, o Bilhas, The Kid e os avós do catraio chegamos ao Tambo International Airport depois de uma porrada de horas dentro de um avião (para as quais havia uma ameaça de uma otite do Bilhas, The Kid, que deu em nada porque o catraio portou-se melhor que muito adulto que por lá andava) e fomos recepcionados pelo fantástico tio Manim (mais tarde explico o que é manim, ok?), Armando para os amigos, o nosso guia em grande parte das aventuras africanas. Meia hora depois estávamos em casa dele na companhia da Xau, da Natália, da Daniela e da Cláudia. As primas e tia sul-africanas que faziam o favor de nos dar guarida em alguns dias da aventura.

Pequena reunião familiar ao jantar, planos traçados para os dias seguintes e uma noite de sono retemperadora q.b. (África não nos deixa dormir muito) faziam a ansiedade crescer. As histórias sobre o país contadas por quem lá está ou lá viveu eram o mote para uns dias cheios.

Logo na manhã seguinte (e quando digo manhã, meus caros, falo na manhã, mais manhã que alguma vez vi) o plano era seguir até Nelspruit, passando por Witbank e Middelburg, e depois fazer um desvio para White River onde ficava o fantástico local que nos acolheria por duas noites de visita ao Kruger Park. Esse local chama-se Kruger Park Lodge. Não é dentro do Kruger, mas se algum dia forem para esses lados, aconselho vivamente. É um resort muito bom. Neste dia foi viagem, comes, bebes, diversão e mais diversão e um churrasco nocturno regado a boa vinhaça!

Na manhã seguinte, ainda os animais estavam todos a dormir, saímos em direcção ao Paul Krugers Gate. Porta de entrada e controlo para os visitantes desta importante reserva sul-africana. Confesso-vos que estava completamente entusiasmado. Até comprei máquina fotográfica nova e tudo para esta aventura. Sentia-me o maior dos realizadores de documentários sobre a vida animal, até ao momento em que vi um artista num jipe carregado com dezenas de material fotográfico e de filmagem, que faziam a minha bela máquina parecer uma daquelas máquinas descartáveis que se compram na loja de recuerdos.

A volta pelo Kruger foi excelente. O veículo não era um Land Rover preparado para safari, mas não nos deixava ficar mal. Era uma combi alta e espaçosa cujo nome era Caravelle. Apropriado para uma aventura, não acham? Dos Big Five vimos 3: bufalo, elefante e rinoceronte. Ficaram por aparecer os leões e o leopardo, embora a Mrs. Bilhas esteja convencida que viu os primeiros. Vejam lá um ou dois exemplos da fauna:

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A família escondida na árvore.

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O rei do Kruger.

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O passaroco da tosta mista.

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Um passaroco que não conhecia.

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Um desavergonhado.

Claro está que vimos mais animais, mas não colocar aqui as fotos deles todos, não é? Até porque o senhor wordpress ainda se zangava com a minha capacidade de espaço no estminé. Só queria deixar um reparo ao Senhor Kruger Park: façam o favor de acordar os leões a tempo e cortar o capim, carago! Um gajo vai a África e não vê leões? Não pode! Para a próxima levo comigo o Lucílio Baptista… acho que o gajo vê mais do que todos nós juntos!

Passados os dias no Kruger era chega a hora de partir para Moçambique. Uma viagem magnífica com vistas deslumbrantes. Na fronteira tivemos um embate que me marcará para o resto da minha vida. Nós já estamos habituados a entrar em Espanha como quem vai à esquina tomar café, mas para entrar em Moçambique precisamos de ter um visto. Vai daí foi preciso parar o carro, preencher papelada, mostrar passaportes, comprar um seguro para o carro e pagar a um tipo paraagilizar o processo e levar a papelada lá dentro e evitar estar na fila com o Bilhas, The Kid ao colo (bem sei que é triste dizer isto, mas quem tem dinheiro tem a vida muito facilitada em África). O resto da viagem foi nocturna, por isso não deu para apreciar a vista. 

Eram quase 9 da noite quando chegamos a Maputo. Uma das coisas que impressiona à chegada é a quantidade de lixo que a cidade tem. Se juntarmos isso à degradação das ruas, prédios, casas, etc. a primeira impressão que ficamos de Maputo não é das melhores. No entanto, o acolhimento em casa de família da cunhada fez logo com que as impressões iniciais se fossem esbantendo. África é as pessoas que lá vivem e essas são de uma simpatia e entrega fantástica. Sempre com um sorriso estampado, com olhar vivo e feliz, mesmo não tendo as condições a que nós estamos habituados a ver como comuns na Europa. Sobre Moçambique, ou melhor, Maputo quero deixar-vos estas pequenas fotos:

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O machimbombo.

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Uma vista da maginal.

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E os tais sorrisos de que falava.

Foram três dias cheios. Com direito a vista a todos os sítios de onde os sogros tinham recordações (a Matola, a Catedral, a Estação de Comboios, o Ximpamanine, o Polana, a Cristal, etc.) e a outros que entretanto se foram desenvolvendo ao longo dos últimos trinta anos como o Polana-Caniço (este vai dar direito a post exclusivo). Com almoços fantásticos na Costa do Sol e no Clube Marítimo (o camarão de lá, senhores… o camarão, carago! Que maravilha!). Com direito a banho nas águas poluídas da baía onde só os parolos dos portugueses (nós) tomavam banho, acompanhados de uma água de côco, debaixo de um céu carregado, mas com água mais quente do que a que temos em casa. Três dias em que experimentamos, pelas mãos das irmãs da Mariazinha (a cunhada), pratos moçambicanos óptimos como a mucapata e as apas (acho que se escreve assim). Três dias que foram curtos, mas óptimos como experiência de vida.

Depois tivemos o retorno à África do Sul, a Johanesburgo, e a uma África diferente, mas na mesma interessante e repleta de sítios excelentes para visitar. Mas isso ficará para o próximo post. Para já ficamos aqui… espero conseguir abrir-vos o apetite para os próximos posts sobre a aventura africana.

Duas palavras sobre África

Março 10, 2009

IM PRESSIONANTE!

Em modo Férias

Março 3, 2009

Vou de férias. Este blog estará (ainda mais) em auto-gestão a partir do segundo em que o presente post se apresentar aos vossos olhos e só voltará ao activo lá para o dia 20 ou 21 do corrente.

Vou dar um passeio à terra da Mrs. Bilhas (África do Sul) e à antiga colónia portuguesa e país fascinante que deve ser Moçambique. Vai daí estarei mais do que ocupado a fotografar leões no Kruger Park e a mergulhar no Índico e, portanto, sem a possibilidade de perder alguns minutos para ir contando as aventuras da família Bilhas. Prometo que na volta faço um relato completo, ok?

Em todo o caso fiquem com esta homenagem feita pela Marinha Portuguesa a um dos seus mais famosos marinheiros, a Espuma.

PS: obrigado Pedro pelo alerta.

FUI! 🙂