Nem tudo é mau

Num dia de sol como este rezam as mais antigas crónicas que qualquer mortal (e o Bilhas é mortal… embora não pareça) merece estar de papo para o ar, como dizia o Ney Matogrosso, acompanhado de uma loira da UNICER, de alcagoitas, tremoços e camarão de Espinho, a levar com os raios UV da estrela que ilumina as nossas vidas e que dá pelo nome de Sol. Rezam ainda que a acção atrás descrita devia passar-se numa esplanada ali para os lados da praia. Tudo isto sem nortada e com água temperadamente fria, como convém aqui para cima do Mondego.

Mas o mundo é injusto, a vida é tramada e não há jeito de sair o Europamilhões a este mortal e portanto estamos sentados, num escritório, com montes de janelas, mas mesmo assim fechado, sem loira da UNICER (ou qualquer outra…), sem cheiro sequer dos tremoços, alcagoitas ou camarão da costa, sem raios UV (o que se agradece para evitar o bronze trolha) e longe para xuxu da esplanada mais próxima.

No entanto, o exército colombiano (pouco se me importa se foi ou não com ajuda dos Polícias do Mundo) conseguiu libertar Ingrid Betancourt do cativeiro que lhe era imposto há anos pelas FARC e um gajo percebo que afinal a vida e o mundo não são assim tão maus quanto se pinta.

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